O crescimento da população, devido à imigração e à ocupação territorial desordenada, elevou nos últimos anos a quantidade de pessoas vivendo em condições precárias ou sem moradia. Estima-se um déficit habitacional no Estado de mais de 120 mil moradias, com tendência ao crescimento desse número se políticas específicas e urgentes não forem adotadas. Além disso, é preciso considerar o deslocamento de populações em situações de risco, para locais mais adequados, com infraestrutura e condições de vida saudáveis. A questão habitacional envolve, também, a coabitação familiar (mais de uma família morando na mesma casa), o aluguel urbano excessivamente oneroso (despesas acima de 30% da renda familiar), a regularização e a urbanização de áreas. A inclusão do Estado em novos projetos do programa Minha Casa Minha Vida, especialmente para atingir as famílias que não puderam ser atendidas pelos projetos anteriores, tendo em vista a baixa renda, é de fundamental importância para a solução desse problema. O nosso compromisso é assegurar a dignidade do cidadão ancorada no direito à moradia.