Por Iracema Portella

A economia do Brasil não cresceu como se esperava, a produção industrial esfriou, as exportações registraram quedas significativas, e o investimento externo foi comedido. Ainda assim, a abertura de novos postos de trabalho manteve-se em expansão, o que é positivo para a nossa população. Apesar do tímido crescimento econômico, o ano de 2012 foi bom na geração de empregos. Levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o desemprego, no ano passado, manteve-se a uma taxa média de 5,5%, a menor desde início da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), há dez anos. A taxa de desemprego de dezembro – 4,6% – foi, igualmente, a menor já apurada pelo Instituto.

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Por Iracema Portella

Embora o contabilista desempenhe função da mais alta relevância na sociedade, seu papel ainda é pouco conhecido e valorizado. Muitos acreditam que a missão do contador e do técnico em contabilidade limita-se a calcular tributos e registrar débitos e créditos, quando na verdade eles desempenham atividade vital para a organização em que trabalham. Como são os profissionais mais bem informados sobre as finanças da empresa, eles estão, mais do que quaisquer outros, capacitados para prestar assessoramento às tomadas de decisão cruciais para a saúde do empreendimento.

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Por Iracema Portella

A Lei Maria da Penha, criada para punir com rigor as agressões contra as mulheres, completou sete anos de existência em agosto último. Trata-se de uma grande e significativa vitória para os direitos femininos. Desde a sua criação, as denúncias de violência doméstica vêm sendo incentivadas em todo o Brasil e os mecanismos de sua aplicação amplamente discutidos. Uma pesquisa recente, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e pelo Data Popular, revelou que, depois de sete anos de vigência da Lei Maria da Penha, 86% das mulheres começaram a denunciar os maus-tratos que sofrem. Os dados mostraram que 98% dos entrevistados conhecem a Lei – o que é, sem dúvida, um enorme avanço.

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Por Iracema Portella

O Brasil possui atualmente a quarta população carcerária do mundo, com 550 mil detentos. Nesse universo, 35 mil são mulheres, o que corresponde a 7% do total, segundo reportagem veiculada no ano de 2013, pela Agência Brasil. Na avaliação de especialistas, esse é um número que vem crescendo de forma assustadora, principalmente pelo envolvimento com tráfico de drogas. São mulheres que sofrem nas prisões problemas como discriminação, violência e falta de assistência médica. Entre as dificuldades está o não atendimento às suas necessidades de gênero, como acesso a tratamento ginecológico, fornecimento de absorventes e espaço materno-infantil. Entre as mulheres que estão nas prisões brasileiras, há 829 estrangeiras. Elas passam por piores situações por não entenderem o português e o sistema judicial do Brasil.

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Por Iracema Portella

Existem atualmente no País cerca de 45 milhões de brasileiros com deficiência, de acordo com dados do IBGE. Apesar dos avanços no tratamento dado aos deficientes, ainda há um longo caminho a se percorrer para garantir melhores condições de vida a essa parcela da população.

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